Um estudo feito por investigadores da universidade de Estocolmo concluiu que a saúde psicológica de crianças que são filhas de pais divorciados apresenta, a longo prazo, níveis semelhantes aos das outras crianças.
"É provável que as crianças andem menos bem durante o divórcio. Mas a termo, não encontrámos diferenças estatísticas entre as crianças que vivem com os dois pais, em famílias recompostas ou monoparentais", comentou a socióloga Viveca Oestberg.
O facto dos dois pais trabalharem a tempo inteiro também não é determinante para o bem-estar da criança. Este, refere o estudo, depende esencialmente da qualidade das suas relações com os adultos que compõem o lar. O factor mais importante tem a ver com o apoio e a capacidade de ouvir a criança que a família lhe consegue proporcionar. Esta conclusão é extensível aos adolescentes. Aliás, uma surpreendente conclusão do estudo tem a ver com o elevado grau de importância que tem, para os adolescentes mais velhos, dos 16 aos 18 anos, ter alguém em casa com quem conversar.
Sim, eu já sabia disso. Por experiências comigo próprio. Mas vou mais longe, um dia parece um estudo que refere que crianças cujos pais se divorciaram em tenra idade sairam benefeciadas no seu desenvolvimento em relação as crianças cujos os pais continuam juntos. Quer dizer, é tudo uma conjugação de factores e muita análise estatística, para se chegar a conclusões que nos indicam que conclusões do passado são redundantes!
Afixado por: jhon em maio 3, 2004 07:37 PMMas isso é óbvio. Deve ser mais prejudicial para os filhos viverem num ambiente familiar de convulsão constante entre os pais de que civilizadamente os pais se divorciarem e a vida no lar continuar harmoniosa. A ideia de se manterem casamentos num clima de conflito latente entre os conjuges só para não perturbar a estabilidade emocional dos filhos é um perfeito disparate, pois produz maiores traumas do que aqueles que resultem de divórcios sem conflito.
Afixado por: congeminações em maio 3, 2004 08:51 PMPor experiencia própria, e nao só, eu sabia empiricamente que assim era.
Mas ainda dizem que essa minha conclusão é orgulho de mãe...
Assim a ciência comprova!